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SUMMARY:2º Fórum Melhor RH Innovation - Aprender a pensar o novo
DESCRIPTION:2° Fórum Melhor RH Innovation - Aprender a pensar o novo\n\n
 “O novo sempre vem”\, avisa Elis Regina em um dos maiores clássicos d
 a música brasileira. No ambiente corporativo\, o novo de fato nunca deixo
 u de chegar. O que muda é a velocidade com que ele se impõe e como nós 
 lidamos com essa transformação.\n\nEmbora 77% dos líderes de empresas c
 onsiderem inteligência artificial essencial e um diferencial de competiti
 vidade\, apenas 21% deles afirmam ter governança madura suficiente para u
 tilizá-la de maneira estratégica\, de acordo com um levantamento feito p
 ela IBM IBV (Institute for Business Value)\, em 2024. O dado revela que a 
 inovação está sendo recebida de braços abertos\, mas pouco compreendid
 a por quem deixa a porta aberta para ela entrar.\n\nFerramentas de IA\, au
 tomação\, plataformas de otimização surgem em ritmo frenético e muita
 s empresas sentem pressão para aderir\, adaptar\, muitas vezes pelo medo 
 de ficar para trás. Nesse cenário\, a inovação é vista como uma obrig
 ação\, confundida com mudança rápida\, e a lógica passa a ser a de ad
 esão contínua sem reflexão sobre necessidade\, propósito\, contexto ou
  impacto no trabalho e nas pessoas.\n\nDe acordo com a Gartner\, 73% dos c
 olaboradores se sentem sobrecarregados com o volume de mudanças no trabal
 ho\, uma consequência da falta de estratégia na hora de adotar a inovaç
 ão. Assim como uma contratação é um processo estruturado\, com fases\,
  análise e adequação\, a aplicação de novas ferramentas\, sistemas ou
  métodos merece atenção\, tempo e adaptação - ao invés de apenas rea
 gir com rapidez para não ser atropelado pela novidade\, o caminho passa a
  ser dar um passo para trás e usar o tempo a seu favor.\n\nA inovação\,
  em sua essência\, não está na velocidade da adoção\, mas na qualidad
 e das escolhas. Não se trata de incorporar toda novidade que surge\, mas 
 entender quais fazem sentido para a realidade da organização e como elas
  podem ser aplicadas de forma consistente e sustentável. Não à toa\, es
 tudos indicam que o desafio da inovação raramente é tecnológico. Estim
 ativas da McKinsey mostram que cerca de 70% das iniciativas de transforma
 ção digital falham e\, na maioria dos casos\, não por problemas nas fer
 ramentas\, mas por questões humanas e culturais. Falta de alinhamento\, c
 omunicação insuficiente\, resistência interna e ausência de liderança
  preparada são alguns dos fatores mais recorrentes.\n\nÉ nesse ponto que
  o papel do RH se torna estratégico. Mais do que implementar ferramentas 
 ou apoiar processos de transformação\, cabe ao RH mediar a relação ent
 re inovação e pessoas. Isso significa reconhecer que diferentes perfis r
 eagem de formas distintas às mudanças\, estruturar processos de adaptaç
 ão\, garantir clareza na comunicação e\, sobretudo\, preservar um ambie
 nte de segurança psicológica em meio à transformação.\n\nNesta 2ª ed
 ição do Fórum Melhor RH Innovation – “Aprender a pensar o novo”\,
  especialistas do mercado se reúnem\, nos dias 01 e 02 de junho\, em um e
 ncontro online para olhar criticamente para os movimentos de inovação do
  ponto de vista da gestão de pessoas e das lideranças\, refletindo sobre
  o que significa inovar de verdade. Um convite para repensar práticas\, q
 uestionar a automatização e discutir caminhos em que a transformação n
 ão seja apenas inevitável\, mas também consciente\, estratégica e huma
 na.\n\nPara participar gratuitamente do Fórum Melhor RH Innovation presen
 cial\, que será realizado no dia 09 de junho\, das 13h30 às 17h\, no Tea
 tro Moise Safra\, em São Paulo\, acesse o link e faça sua inscrição: h
 ttps://bit.ly/2FMRHINNPRESENCIAL-09-JUN.\n\nVocê também está convidado 
 para participar gratuitamente da apresentação dos cases vencedores e dos
  painéis que encerram o Fórum Melhor RH Innovation\, no dia 23 de junho\
 , acessando o link: https://bit.ly/2FMRHINN-23JUN.\n\n[PROGRAMAÇÃO - DIA
  01 DE JUNHO]:\n\n 14:09 - 14:49 | PAINEL 1 | Aprender a pensar o novo\nCl
 areza de direção e entendimento do presente como estratégia\n\nJá tent
 ou acelerar o carro na neblina? A velocidade está ali\, mas você não sa
 be para onde está indo. Inovar sem entender o contexto atual é a mesma c
 oisa. Em um mercado obcecado pelo "próximo grande passo"\, a verdadeira v
 antagem competitiva pertence a quem consegue decifrar o agora para decidir
  com intenção. De acordo com a Harvard Business Review\, empresas que pr
 iorizam a clareza estratégica e o alinhamento de propósito apresentam um
  crescimento de receita 58% mais rápido e são 72% mais lucrativas do que
  aquelas que apenas reagem às tendências. Neste painel\, líderes de RH 
 e especialistas do mercado debatem o desenvolvimento do pensamento crític
 o nas lideranças\, métodos para realizar diagnósticos organizacionais p
 recisos\, a importância de definir o "porquê" antes do "como" tecnológi
 co e estratégias para criar um roteiro de inovação que seja\, acima de 
 tudo\, coerente com a realidade e a cultura da companhia.\n\n 	Elizabeth R
 odrigues\, Diretora de RH do Grupo Mendes\n 	Kiko Campos\, Executivo de RH
 \n 	Tatiana Romero\, Diretora de RH e Sustentabilidade da Edenred\n\n\n\n1
 4:52 - 15:32 | PAINEL 2 | O futuro é de quem escolhe\nInovação está na
  qualidade e não velocidade\n\nA pressão para adotar cada nova tecnologi
 a que surge criou uma armadilha: a sensação de que "estar parado" é ret
 roceder. No entanto\, a inovação por impulso muitas vezes gera o efeito 
 oposto\, sobrecarregando as equipes sem entregar valor real. O estudo "The
  Innovation Momentum" da BCG (Boston Consulting Group)\, aponta que as emp
 resas líderes em inovação são aquelas que demonstram "prontidão selet
 iva"\, focando em profundidade e não apenas em volume de iniciativas. Esc
 olher o que não fazer é tão inovador quanto decidir o que implementar. 
 Neste painel\, líderes de RH e especialistas do mercado debatem como cult
 ivar o discernimento estratégico nas equipes\, a importância de respeita
 r a curva de aprendizado humano\, critérios para curadoria de ferramentas
  tecnológicas e o papel da liderança na proteção do tempo e do foco\, 
 garantindo que a transformação seja um movimento consciente rumo à efic
 iência e não apenas uma reação à pressa do mercado.\n\n 	Aline Carval
 ho\, Diretora de Gente\, Gestão e Frota na Norsul\n 	Daniela Plesnik\, Ed
 ucadora | CHO - Chief Happiness Officer\n\n\n\n15:35 - 16:15 | PAINEL 3 | 
 Progresso é cuidado coletivo\nA mudança só é positiva quando inclui e 
 impacta a todos\n\nQuando uma nova tecnologia ou método de trabalho é im
 plementado sem considerar a diversidade de perfis e a segurança psicológ
 ica\, o resultado é a resistência e a queda de produtividade. O "Diversi
 ty Matters Even More" da McKinsey aponta que empresas com culturas inclusi
 vas e processos de mudança que abraçam a diversidade têm 39% mais chanc
 es de superar seus concorrentes em termos de performance e inovação. O s
 ucesso de qualquer transformação depende da capacidade do RH em garantir
  que ninguém seja atropelado pela velocidade das transições. Neste pain
 el\, líderes de RH e especialistas do mercado debatem o design de process
 os de inovação acessíveis\, a criação de espaços de fala para mitiga
 r medos sobre a automação\, estratégias de upskilling inclusivo e o pap
 el da empatia como bússola para garantir que o avanço tecnológico camin
 he lado a lado com o bem-estar e o senso de pertencimento de toda a organi
 zação.\n\n 	Gerson Ferreira\, Co-fundador\, Sócio da Vozco\, Innoway\n 
 	Leandro Figueira Neto\, CEO da Axial\n 	Patrícia Rosado\, VP de Pessoas 
 e Cultura na Tupy\n\n\n\n 16:18 - 16:58 | PAINEL 4 | | Adaptação não é
  improvisação\nAs habilidades do futuro para liderar em tempos incertos\
 n\nEm um cenário de mudanças constantes\, a adaptação também precisa 
 ser estratégica sem ignorar as necessidades humanas do processo. Segundo 
 o relatório Future of Jobs 2025 do World Economic Forum\, 63% dos emprega
 dores apontam a falta de habilidades como a principal barreira para a tran
 sformação dos negócios\, enquanto 39% das competências atuais devem mu
 dar até 2030. Nesse ritmo\, o peso das mudanças tende a superar a compet
 ência dos times\, o que pode gerar\, em médio prazo\, processos de recon
 strução do sistema organizacional e um impacto negativo na equipe. Neste
  painel\, líderes de RH e especialistas do mercado discutem como desenvol
 ver competências essenciais\, como análise de dados\, capacitação em f
 erramentas de IA\, team building e liderança estratégica\, e como estrut
 urar essa evolução de forma eficaz.\n\n 	Fernanda Ramos\, Diretora de Re
 cursos Humanos da Ford América do Sul\n 	Sophia Ribeiro\, Diretora de RH 
 na Nokia\n 	Tatiana Barrocal Porto\, Executiva de RH\n\n\n\n 17:01 - 17:41
  | PAINEL 5 | Como inovar sem assustar\nNa disputa homem versus máquina\,
  a polaridade afeta o otimismo\n\nA inovação tecnológica\, especialment
 e com o avanço da inteligência artificial\, tem sido percebida de forma 
 ambivalente dentro das organizações. Ao mesmo tempo em que cresce a ades
 ão espontânea às ferramentas\, aumenta também a sensação de incertez
 a sobre seu impacto no trabalho. O report Work Trend Index 2024\, da Micro
 soft em parceria com o LinkedIn\, aponta que 75% dos profissionais já uti
 lizam IA no trabalho\, muitas vezes sem orientação formal\, enquanto 60%
  das lideranças afirmam que suas empresas ainda não possuem uma visão c
 lara sobre como implementá-la. Esse descompasso entre uso e direcionament
 o tende a influenciar a inovação sem fundamento. Neste painel\, líderes
  de RH e especialistas do mercado discutem como reduzir a polarização en
 tre pessoas e tecnologia\, as estratégias para alinhar expectativas de ti
 mes com mudanças que envolvem inovação e como estruturar caminhos para 
 enfrentar a rejeição ao novo.\n\n 	Edna Rocha\, VP RH América do Sul na
  Sonepar\n 	Marcelo Murilo da Silva\, VP de Inovação na Benner\n 	Ricard
 o Burgos\, VP Pessoas &amp\; Segurança na Amil\n\n\n\n17:44 - 18:24 | PAI
 NEL 6 | Depois da decisão\nComo manter a tração das iniciativas no dia 
 a dia\n\nO brilho de uma ideia nova costuma ser ofuscado pela rotina assim
  que o projeto é iniciado. O grande dilema da inovação está na segunda
 -feira seguinte\, quando a novidade precisa disputar espaço com as urgên
 cias de sempre. De acordo com o relatório "State of Change Management" da
  Prosci\, projetos que contam com uma gestão de mudanças estruturada tê
 m seis vezes mais chances de atingir seus objetivos do que aqueles que neg
 ligenciam o acompanhamento contínuo. Neste painel\, líderes de RH e espe
 cialistas do mercado debatem o estabelecimento de rituais de sustentação
 \, a criação de comitês de governança para projetos vivos\, a definiç
 ão de indicadores de sucesso de longo prazo e o papel fundamental dos mul
 tiplicadores internos para garantir que a inovação não seja um evento i
 solado\, mas uma prática consolidada na cultura.\n\n 	Douglas Almeida\, E
 xecutivo Sênior de RH e Conselheiro Consultivo\n 	Graziella Maso\, Direto
 ra de Pessoas na Motiva\n 	Mariana Ceripieri\, Diretora de Recursos Humano
 s na Siemens\n 	Paola Klee\, CEO na YC-Your Career Future\n\n\n\n&nbsp\;\n
 \n[PROGRAMAÇÃO - DIA 02 DE JUNHO]:\n\n14:09 - 14:49 | PAINEL 1 | Quem fa
 z a curadoria da inovação?\nNova competência para o RH exige olhar crí
 tico para tendências e prioridades\n\nÉ possível definir o desconhecido
 ? A tarefa tem sido cada vez mais presente no dia a dia corporativo\, quan
 do lideranças assumem o papel de decidir quais novidades se encaixam melh
 or nas necessidades da empresa. Sem critérios claros\, a incorporação d
 e tendências pode gerar sobreposição de iniciativas\, desperdício de r
 ecursos e\, sobretudo\, impactar decisões que influenciam diretamente na 
 experiência de trabalho das equipes. Segundo o relatório Global Human Ca
 pital Trends 2026\, da Deloitte\, 85% dos líderes consideram crítico des
 envolver a capacidade de inovação das organizações\, mas apenas 7% afi
 rmam estar avançados nessa jornada. O dado evidencia que é preciso selec
 ionar\, priorizar e traduzir o que realmente faz sentido para o contexto d
 o negócio\, papel que recai sobre os Recursos Humanos na hora de implemen
 tar as mudanças. Neste painel\, líderes de RH e especialistas do mercado
  discutem como desenvolver a curadoria da inovação como competência est
 ratégica\, escapar das armadilhas do "novo"\, exercitar o pensamento crí
 tico diante da velocidade das mudanças e manter o caráter humano como pr
 imordial em meio aos processos.\n\n 	Fabiano Rangel\, Diretor Administrati
 vo e Financeiro do Grupo Urca Energia\n 	Renato Rovina\, Head de Recursos 
 Humanos no BNP Paribas\n 	Vivian Broge\, Vice Presidente de Marketing e RH
  na TOTVS\n\n\n\n 14:52 - 15:32 | PAINEL 2 | Tamanho não é documento\nPe
 quenas mudanças que geram impacto de valor\n\nInovar não significa osten
 tar. Ao invés de investir em transformações estruturais que abalam o or
 çamento e não trazem resultado\, a tendência está em olhar para o valo
 r escondido nos "microprocessos". Segundo o relatório "The State of Organ
 izations 2023"\, da McKinsey\, empresas que focam em aumentar a eficiênci
 a de processos internos simples podem ver melhorias significativas na velo
 cidade de tomada de decisão e na satisfação dos colaboradores. O concei
 to de "micro-inovação" permite que o RH gere valor imediato sem causar o
  estresse de grandes rupturas\, muitas vezes com ações que sequer são p
 ercebidas na rotina do trabalho. Neste painel\, líderes de RH e especiali
 stas do mercado debatem como identificar gargalos cotidianos\, implementar
  metodologias ágeis em pequena escala para testar hipóteses e adotar a m
 entalidade de melhoria contínua para transformar pequenos ajustes em resu
 ltados exponenciais de produtividade e engajamento.\n\n 	Juan Leymarie\, H
 ead de Recursos Humanos na BDF Nívea\n 	Mariana Dias\, Diretora de Gestã
 o da Cultura e Pessoas no Banco do Brasil\n 	Simone Sá\, Head de Recursos
  Humanos na Clariant\n\n\n\n15:35 - 16:15 | PAINEL 3 | Um passo atrás par
 a inovar\nComunicação simplificada em tempos de atenção saturada\n\nIn
 ovar em um cenário de exaustão mental exige coragem e\, acima de tudo\, 
 paciência\, o que nem sempre encontramos no ambiente corporativo. Em meio
  a uma enxurrada de novidades\, falta tempo para tudo\, como mostram os n
 úmeros do relatório Work Trend Index da Microsoft: 57% do tempo dos trab
 alhadores é gasto em comunicação e 68% dizem não ter tempo de foco ini
 nterrupto. Isso ajuda a criar o que especialistas chamam de "débito digit
 al"\, onde a sobrecarga impede o pensamento criativo e compromete a clarez
 a e a qualidade das interações. Neste painel\, líderes de RH e especial
 istas do mercado debatem estratégias para implementar o "minimalismo info
 rmacional"\, a adoção de comunicações assíncronas para preservar o fl
 uxo de trabalho focado e o redesenho de canais internos para priorizar a q
 ualidade da mensagem sobre a frequência de envio.\n\n 	Carolina Ferreira\
 , Diretora de Recursos Humanos na Alelo\n 	Elcio Trajano Junior\, CHRO Dir
 etor de RH\, Sustentabilidade e Comunicação na Eldorado Brasil Celulose\
 n 	Renato Acciarto\, Diretor de Estratégia de Comunicação Corporativa e
  de Relações Institucionais da 2 Spread Comm\n\n\n\n16:18 - 16:58 | PAIN
 EL 4 | Experiência fragmentada\nComo gerar impacto positivo e construir c
 ultura em times híbridos e globais\n\nQuem está aqui entende quem está 
 lá? Em tese\, as empresas aprenderam a lidar com a distância física em 
 equipes híbridas e colaboradores remotos\, mas os impactos emocionais e c
 ulturais parecem passar despercebidos. De acordo com o 2024 Global Culture
  Report da O.C. Tanner\, colaboradores que se sentem desconectados da cult
 ura organizacional têm uma probabilidade 43% menor de produzir um trabalh
 o de inovação significativa. Quando a experiência é fragmentada por fu
 sos horários e telas\, o RH precisa atuar como o elo de coesão\, criando
  as conexões necessárias por meio de iniciativas que fortaleçam a cultu
 ra organizacional de forma ampla. Neste painel\, líderes de RH e especial
 istas do mercado debatem soluções como o design de rituais digitais incl
 usivos\, o uso de plataformas de reconhecimento social para fortalecer o p
 ertencimento e a criação de centros de colaboração que transcendam o e
 spaço físico\, garantindo que a cultura seja uma força unificadora em o
 perações globais.\n\n 	Sérgio Amad\, CEO da Fiter\n 	Sheila Fideles Ceg
 lio\, People Experience Director na Pfizer\n\n\n\n17:01 - 17:41 | PAINEL 5
  | Ansiedade e fadiga organizacional\nO desgaste estrutural de querer inov
 ar o tempo todo\n\nA busca incessante pelo "novo" pode estar drenando a en
 ergia vital das organizações. Quando a inovação deixa de ser uma estra
 tégia e se torna uma obsessão sem pausas\, o resultado é o adoecimento 
 das equipes e a paralisia criativa. De acordo com o relatório "Future For
 um Pulse" da Slack\, o burnout entre trabalhadores de escritório atingiu 
 níveis recordes\, com 42% dos profissionais relatando esgotamento\, frequ
 entemente associado à pressão por produtividade e à rápida adoção de
  novas ferramentas digitais. Neste painel\, líderes de RH e especialistas
  do mercado debatem a implementação de políticas de "desconexão necess
 ária"\, estratégias para combater a "tecnofadiga"\, o papel da seguranç
 a psicológica na mitigação da ansiedade por mudanças e como construir 
 uma cultura onde a inovação ocorra sem sacrificar o bem-estar e a saúde
  mental dos colaboradores.\n\n 	Simone Barbieri\, H&amp\;S and IP Transfor
 mation HR Partner da Engie\n 	Suzie Clavery\, Diretora de RH - TotalPass\n
  	Tiago Mavichian\, CEO &amp\; Founder na Companhia de Estágios\n\n\n\n17
 :44 - 18:24 | PAINEL 6 | RH em revisão\nIA e gestão de dados aplicada pa
 ra driblar a burocracia\n\nA verdadeira inovação tecnológica no RH acon
 tece quando a máquina assume a carga transacional\, liberando o humano pa
 ra o estratégico. De acordo com a PwC (Global Human Resources Technology 
 Survey)\, 44% dos líderes de RH afirmam que o principal impulsionador par
 a a adoção de novas tecnologias é o aumento da eficiência e a reduçã
 o de custos através da automação de tarefas manuais. No entanto\, o suc
 esso dessa transição depende de uma governança de dados sólida\, algo 
 que ainda é um gargalo para muitas empresas. Neste painel\, líderes de R
 H e especialistas do mercado debatem a implementação de IA para triagem 
 inteligente de talentos\, o uso de análise preditiva para reduzir o turno
 ver e a integração de chatbots de autoatendimento que eliminam tarefas r
 epetitivas\, permitindo que a gestão de pessoas seja orientada por insigh
 ts em tempo real.\n\n 	Claudia Giusti\, Diretora de Recursos Humanos Latam
  Total Rewards e Bem-Estar na HP\n 	Mariana Malagutti\, Diretora de RH da 
 Cia Tradicional de Comércio\n 	Tiene Colins\, Estrategista em IA na Inter
 ativa Learn\n\n\n\n&nbsp\;
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