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 cam-com-colaboradores-online/
SUMMARY:5º Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores — N
 o limite da fala
DESCRIPTION:5° Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores 
 — No limite da fala\n\nVocê recebeu minha ligação\, meu e-mail\, minh
 a mensagem\, meu direct? Nunca se produziu\, compartilhou e consumiu tanta
  informação dentro das empresas. E\, ainda assim\, ela teima em se perde
 r.\n\nSegundo a McKinsey\, profissionais já gastam\, em média\, 57% do t
 empo apenas em atividades de comunicação. Ainda assim\, a sensação pre
 dominante não é de clareza\, mas sim de excesso. Com tanto sendo comunic
 ado o tempo todo\, falta atenção ao que mais importa: clareza\, eficáci
 a e resultado. Afinal\, toda comunicação tem algo a dizer. Certo?\n\nSe 
 tiver\, nem todo mundo vai saber\, já que boa parte dos funcionários acr
 editam que informações importantes se perdem em meio à quantidade de ca
 nais. De acordo com dados da Gallup\, são 74% com essa opinião e apenas 
 8% que enxergam a comunicação como clara e consistente. Esse ruído não
  é apenas operacional\, mas é um reflexo cultural\, ao passo que equipes
  sentem dificuldade de confiar nos líderes e buscam suas próprias interp
 retações em meio às múltiplas mensagens. E com tanto sendo dito\, o ef
 eito contrário predomina e o silêncio toma conta. Apesar da postura aber
 ta para comunicar\, muitas empresas se fecham na hora de ouvir\, transform
 ando espaços de diálogo em monólogo. Ao mesmo tempo\, a atenção dos c
 olaboradores se fragmenta\, disputada por redes\, notícias e estímulos c
 onstantes.\n\nNesse ambiente\, a inovação ajuda e atrapalha - mais uma v
 ez\, o segredo está no bom uso das ferramentas. Inteligência artificial\
 , automação de conteúdo e personalização em escala prometem eficiênc
 ia e alcance e\, de fato\, já se observa o uso crescente de IA para escre
 ver mensagens\, estruturar comunicados e agilizar processos. Mas essa acel
 eração traz um novo dilema: ao mesmo tempo em que ganhamos velocidade\, 
 podemos perder autenticidade.\n\nDiante de tudo isso\, a pergunta que se i
 mpõe não é como comunicar mais\, mas como comunicar melhor e com inten
 ção. E inovar\, nesse contexto\, não é aderir a toda nova ferramenta o
 u tendência. É fazer escolhas\, compreender o papel da comunicação den
 tro da organização\, reconhecer seus limites e potencialidades e decidir
  com intencionalidade.\n\nNesta 5ª edição do Fórum Empresas que Melhor
  se Comunicam com Colaboradores\, “No limite da fala”\, especialistas 
 do mercado e comunicadores se reúnem para discutir o papel da comunicaç
 ão em um cenário marcado por excessos\, desconfiança e transformação 
 constante. O encontro propõe repensar práticas\, questionar a dependênc
 ia de ferramentas e construir\, de forma colaborativa\, caminhos para que 
 a comunicação deixe de ser apenas um ruído constante.\n\nPara participa
 r gratuitamente do Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaborador
 es presencial\, que será realizado no dia 10 de junho\, das 13h30 às 17h
 \, no Teatro Moise Safra\, em São Paulo\, acesse o link e faça sua inscr
 ição: https://bit.ly/5FEMCC-PRESENCIAL-10-JUN.\n\nVocê também está co
 nvidado para participar gratuitamente da apresentação dos cases vencedor
 es e dos painéis que encerram o Fórum Empresas que Melhor se Comunicam c
 om Colaboradores\, no dia 23 de junho\, acessando o link: https://bit.ly/5
 FEMCC-PRESENCIAL-23-JUN.\n\n[PROGRAMAÇÃO - DIA 15 DE JUNHO]:\n\n 14:09 -
  14:49 | PAINEL 1 | O silêncio é de ouro\nNa era da ansiedade corporativ
 a\, falar menos pode ser a melhor estratégia\n\nEm um cenário de infoxic
 ação\, o excesso de comunicação institucional deixou de ser informativ
 o e se tornou invasivo. Quando o RH e a Comunicação Interna competem pel
 a atenção do colaborador com centenas de outros estímulos\, o resultado
  é a fragmentação cognitiva\, aumento da ansiedade e\, consequentemente
 \, a quebra da produtividade. De acordo com um estudo da Deloitte\, o trab
 alhador moderno é interrompido\, em média\, a cada 6 minutos por notific
 ações de ferramentas de colaboração\, o que impede o estado de fluxo e
  a produtividade profunda. Praticar o "silêncio estratégico" não é omi
 tir informação\, mas respeitar a ecologia mental da equipe. Neste painel
 \, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado refletem s
 obre a curadoria de mensagens como forma de cuidado\, a implementação de
  janelas de silêncio organizacional\, o fim da cultura do "copiar todos" 
 e como a liderança pode dar o exemplo.\n\n 	Marcelo Cosentino\, Gerente S
 ênior de Comunicação na Edenred\n 	Juliana Annunciato\, Gerente de Comu
 nicação Interna na Natura\n 	Daniel Sena\, Gerente Executivo de Comunica
 ção\, Cultura e Employer Branding no Mercado Livre\n\n\n\n14:52 - 15:32 
 | PAINEL 2 | Transparência em cena\nComo quebrar o padrão do teatro corp
 orativo que ninguém mais compra\n\nSe forçar mais\, perde a plateia. Com
  a exigência de posicionamentos constantes\, cresce a percepção de que\
 , muitas vezes\, o que é dito não é genuíno. Segundo a Edelman Trust B
 arometer\, a confiança nas lideranças é um dos pilares mais frágeis da
 s organizações atuais\, e funcionários que confiam em seus empregadores
  são 600% mais propensos a defender a empresa em tempos de crise. A trans
 parência real não exige que se fale tudo\, mas que o que for dito precis
 a ser verdadeiro. Neste painel\, líderes de Comunicação Interna e espec
 ialistas do mercado compartilham seus insights sobre o desgaste das narrat
 ivas artificiais\, os caminhos na construção de uma cultura de transpar
 ência que equilibre vulnerabilidade e estratégia\, o fim dos comunicados
  excessivamente polidos\, métodos para comunicar decisões e cenários di
 fíceis sem recorrer ao corporativês e o papel da escuta ativa para trans
 formar o monólogo institucional em diálogo.\n\n 	Caio Ferracina\, Coorde
 nador Sênior de Comunicação Interna e Marca Empregadora na Latam Airlin
 es Brasil\n 	Carina Almeida\, Sócia-fundadora da Textual Comunicação\n 
 	Filipe Xavier\, Head de Comunicação\, ESG e Branding na GE Healthcare\n
 \n\n\n 15:35 - 16:15 | PAINEL 3 | Sem indireta\nComunicação interna pode
  cobrar performance ou só engajar?\n\nExiste um mito de que a comunicaç
 ão interna serve apenas para "deixar o clima leve"\, enquanto a cobrança
  de resultados deve ficar restrita às portas fechadas das salas de reuni
 ão. No entanto\, o engajamento sem direção gera frustração\, e a perf
 ormance sem diálogo gera exaustão. De acordo com a MIT Sloan Management 
 Review\, empresas que alinham claramente seus objetivos de performance com
  a comunicação interna possuem uma agilidade organizacional 30% maior\, 
 pois elimina a ambiguidade sobre o que é esperado de cada um. Neste paine
 l\, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado trocam es
 tratégias de como utilizar os canais internos para dar visibilidade a met
 as e resultados sem sacrificar a segurança psicológica\, a importância 
 do feedback direto e as estratégias para transformar a comunicação em r
 esponsabilidade compartilhada.\n\n 	Lígia Rocca\, Sócia-Diretora na Invo
 lv\n 	Denise Pragana\, Gerente de Comunicação Interna do Grupo Trama Rep
 utale\n 	Mariana Augusto\, Gerente Sênior de Comunicação na Arcos Doura
 dos\n\n\n\n 16:18 - 16:58 | PAINEL 4 | No controle da narrativa\nInformali
 dade\, grupos paralelos e a perda da estratégia na rotina\n\n​Quando a 
 comunicação oficial falha em ser ágil ou honesta\, a informalidade assu
 me o controle. O vácuo de informação é rapidamente preenchido por grup
 os de WhatsApp e conversas paralelas que\, embora essenciais para a conex
 ão social\, podem se tornar terrenos férteis para ruído e desinformaç
 ão. Segundo a estatística da consultoria Towers Watson\, empresas com fl
 uxos de comunicação ineficientes têm três vezes mais chances de sofrer
  com rumores que prejudicam a produtividade e o clima organizacional. O de
 safio não é proibir o informal\, mas tornar o oficial tão relevante que
  ele seja a fonte primária de verdade. Neste painel\, líderes de comunic
 ação e RH debatem como monitorar o "pulso" da organização sem invadir 
 a privacidade\, estratégias para integrar líderes de influência informa
 l à narrativa estratégica\, o uso de canais ágeis para combater a desin
 formação em tempo real e como simplificar a linguagem corporativa para q
 ue a estratégia sobreviva intacta ao compartilhamento entre as equipes.\n
 \n 	Daniela Bertoncini Simões\, Consultora de Comunicação Interna e Res
 ponsabilidade Social na Boehringer Ingelheim\n 	Gabriela Teixeira\, Especi
 alista em Branding\, Comunicação e Inovação no Banco Mercantil\n 	Adev
 ani Rotter\, Fundadora e Presidente da Ação Integrada\n\n\n\n17:01 - 17:
 41 | PAINEL 5 | Comunicar é preciso\nLiderar também é saber ter convers
 as difíceis\n\nDiscursos motivacionais são esperados de todo o líder\, 
 mas a verdadeira prova de fogo está em momentos de feedback\, na hora de 
 contornar crises\, transmitir confiança para a equipe e até mesmo na tom
 ada de decisões difíceis\, como demissões. O silêncio ou a procrastina
 ção de diálogos necessários gera um custo invisível que corrói a cul
 tura organizacional. Segundo estudo da Gallup\, apenas 8% dos colaboradore
 s consideram que a comunicação da liderança é clara e consistente\, ev
 idenciando uma dificuldade crescente em transformar discurso em conexão r
 eal. Neste painel\, líderes de Comunicação Interna e especialistas do m
 ercado compartilhar experiências em como desenvolver lideranças mais pre
 paradas para conversas complexas\, debatem técnicas de comunicação não
  violenta aplicadas ao contexto corporativo\, o papel da escuta empática 
 em cenários de pressão e estratégias para desarmar conflitos.\n\n 	Clau
 dia Góes\, Diretora de Comunicação na Microsoft Brasil\n 	Leonardo Woll
 inger\, Diretor de Criação e Conteúdo na Clima Comunicação\n 	Lucila 
 Cestariolo\, Diretora Regional de Comunicação e Relações Governamentai
 s na Alcoa\n\n\n\n17:44 - 18:34 | PAINEL 6 | Riscos da liberdade\nColabora
 dores têm se expressado mais e impactado marca\, clima e compliance\n\nA 
 era do colaborador passivo acabou. Com o acesso direto às redes sociais e
  plataformas de avaliação\, cada funcionário tornou-se um porta-voz pot
 encial\, para o bem e para o risco da organização. Essa liberdade de exp
 ressão\, embora essencial para a transparência\, pode gerar crises de im
 agem e conflitos quando não há clareza sobre os limites éticos e instit
 ucionais. De acordo com o relatório "Global Employee Survey" da Weber Sha
 ndwick\, 50% dos colaboradores já postam mensagens\, fotos ou vídeos nas
  redes sociais sobre seus empregadores\, muitas vezes sem qualquer orienta
 ção prévia. O desafio não é o controle sobre cada indivíduo\, mas o 
 alinhamento dentro da empresa\, de forma clara e respeitosa para todos. Ne
 ste painel\, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado 
 debatem a criação de diretrizes de conduta digital que respeitem a indiv
 idualidade\, os impactos no employer branding e o desenvolvimento de colab
 oradores aliados\, como gerenciar crises de reputação originadas interna
 mente e as estratégias para transformar a liberdade de expressão em repu
 tação positiva.\n\n 	Pâmera Ferreira\, Gerente de Pesquisa e Inteligên
 cia em Comunicação Corporativa na P3K\n 	Claudia Cezaro Zanuso\, Sócia-
 Diretora na Duecom Comunicação Corporativa\n 	Julia Nassur\, Coordenador
 a de Comunicação Interna na Wilson Sons\n 	Maíra Moreira\, Analista de 
 Comunicação da ArcelorMittal \n\n\n\n[PROGRAMAÇÃO - DIA 16 DE JUNHO]:\
 n\n14:09 - 14:49 | PAINEL 1 | Inclusão sem padrão\nCI para construir amb
 iente seguro e diversidade de vozes na prática (e não só na fala)\n\nPa
 ra que a diversidade seja real\, ela precisa de uma comunicação que não
  apenas "fale sobre"\, mas que abra espaço para que todos possam falar. O
  risco das campanhas de inclusão padronizadas é criar um abismo entre o 
 discurso institucional e a realidade do dia a dia. De acordo com o relató
 rio "Diversity Wins" da McKinsey\, empresas que possuem uma comunicação 
 inclusiva e diversa têm 25% mais chances de superar a lucratividade de se
 us pares\, pois conseguem reter talentos e fomentar a segurança psicológ
 ica necessária para a inovação. No entanto\, há obstáculos na hora de
  garantir que essa inclusão não seja um "padrão estético" de canais in
 ternos\, mas sim uma prática de escuta. Neste painel\, líderes de Comuni
 cação Interna e especialistas do mercado compartilham ideias para adapta
 r a linguagem para diferentes recortes sociais e geracionais\, a criação
  de conselhos consultivos de colaboradores para validar mensagens\, estrat
 égias para dar voz genuína a grupos minorizados e como a comunicação p
 ode atuar na desconstrução de vieses inconscientes.\n\n 	Carine Eifler d
 e Araujo Buscarons\, Analista de Endomarketing na Atlas Eletrodomésticos\
 n 	Karla Prado\, Diretora de ESG e Atendimento na Textual Comunicação e 
 DiversaCom\n 	Fernando Careli\, Chief Corporate Affairs and Engagement Off
 icer do Grupo L´Oréal\n\n\n\n14:52 - 15:32 | PAINEL 2 | Filtro invisíve
 l\nRH e CI na curadoria do que nunca deve ser comunicado e por quê\n\nCom
 unicar nem sempre é a solução\; às vezes\, é o problema. Em um ambien
 te saturado\, a função mais estratégica do RH e da Comunicação Intern
 a não é apenas garantir que a informação chegue\, mas atuar como um fi
 ltro invisível que impede que o ruído irrelevante atinja as equipes. Seg
 undo a Harvard Business Review\, a sobrecarga de informações inúteis po
 de causar uma queda de 25% na produtividade devido ao tempo gasto filtrand
 o o que é\, de fato\, prioritário. O desafio é entender os limites: o q
 ue é transparência e o que é apenas transferência de ansiedade? Neste 
 painel\, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado disc
 utem os critérios éticos e operacionais para decidir o que não deve ser
  comunicado\, como evitar o compartilhamento de incertezas prematuras que 
 geram insegurança psicológica e a importância de blindar o tempo de exe
 cução dos colaboradores contra a burocracia informativa.\n\n 	Anne Maezu
 ka\, Gerente de Comunicação no Grupo Marista\n 	Lílian Rossetto\, Geren
 te Geral de Comunicação Empresarial na Transpetro\n 	Marcio Cavalieri\, 
 Sócio-Fundador e Co-CEO do Grupo RPMA\n\n\n\n15:35 - 16:15 | PAINEL 3 | V
 irada de mesa\nO que fazer quando o colaborador sabe mais que a empresa\n\
 nA diretoria não detém mais o monopólio da informação. Hoje\, antes m
 esmo de um comunicado oficial ser redigido\, os detalhes de uma fusão\, u
 ma crise ou uma mudança estratégica já circulam em grupos de mensagens 
 e redes sociais profissionais. Quando o colaborador sabe mais — ou sabe 
 primeiro — que a própria organização\, a autoridade da comunicação 
 interna é colocada à prova. De acordo com a Gallup\, apenas 13% dos cola
 boradores concordam plenamente que a comunicação da liderança da sua em
 presa é oportuna e relevante. Quando a informação oficial chega depois 
 do boato\, essa percepção de lentidão destrói estratégia e empurra o 
 colaborador para fontes informais\, onde a mensagem original é distorcida
 . Ignorar esse fluxo não é uma opção e a solução está em transforma
 r o RH e a CI em curadores de contexto. Neste painel\, líderes de Comunic
 ação Interna e especialistas do mercado debatem como reagir com agilidad
 e à "rádio peão digital"\, o papel da liderança imediata como fonte de
  verdade\, estratégias para gerenciar vazamentos sem perder a credibilida
 de e como reconstruir a confiança quando a narrativa oficial chega atrasa
 da ao diálogo.\n\n 	Flávia Albuquerque\, Gerência Executiva de Comunica
 ção na CCEE\n 	Filipe Xavier\, Head de Comunicação\, ESG e Branding na
  GE Healthcare\n 	Rodrigo Cogo\, Gerente de Projetos Integrados e de Engaj
 amento de Comunidades da ABERJE e Diretor do Sinapse Curadoria para Decis
 ões Inteligentes\n\n\n\n16:18 - 16:58 | PAINEL 4 | Quem fica\, confia\nO 
 impacto da comunicação interna em engajamento\, retenção e turnover\n\
 nNinguém se sente seguro na areia movediça. E pode parecer exagero\, mas
  muitas vezes em uma empresa é a comunicação que faz a equipe ter certe
 za de que o solo é firme. Quando as mensagens não chegam ou não são de
 vidamente compreendidas\, o resultado é insegurança\, o primeiro sintoma
  antes da decisão de ir embora. Segundo a SHRM (Society for Human Resourc
 e Management)\, companhias que investem em comunicação interna eficaz ap
 resentam taxas de rotatividade até 50% menores do que aquelas que neglige
 nciam o diálogo com o colaborador. O silêncio institucional custa caro: 
 substituir um talento pode custar de seis a nove meses de seu salário em 
 despesas de recrutamento e treinamento. Neste painel\, líderes de Comunic
 ação Interna e especialistas do mercado discutem como a transparência a
 tua como fator de proteção contra o turnover\, o papel da escuta ativa n
 a construção de um ambiente de confiança e as estratégias para transfo
 rmar a comunicação em um pilar na retenção de talentos.\n\n 	Nayara do
  Carmo\, Gerente de Comunicação Interna na PepsiCo Brasil\n 	Nêmora Rec
 he\, Diretora de Comunicação Corporativa Brasil na Syngenta\n 	Daniel Co
 sta\, Diretor de Comunicação Corporativa na BWG\n\n\n\n17:01 - 17:41 | P
 AINEL 5 | Cadê o maestro?\nEstratégia multicanal não é sobre quantidad
 e\, mas identidade\n\nTer muitos canais de comunicação não significa qu
 e a empresa está se comunicando - ela pode estar apenas fazendo barulho o
 u\, pior\, falando sozinha. Não adianta se comunicar por todos os lados s
 e sua voz nunca é reconhecida. Na hora de enviar uma mensagem\, o foco de
 ve estar em ter identidade\, clareza e eficácia. De acordo com o relatór
 io "The State of Internal Communication" da Gallagher\, cerca de 60% das o
 rganizações não possuem uma estratégia de comunicação interna de lon
 go prazo\, o que resulta em mensagens contraditórias e perda de autoridad
 e da marca empregadora. Neste painel\, líderes de Comunicação Interna e
  especialistas do mercado debatem a importância do tom de voz alinhado\, 
 como escolher os canais certos para cada perfil de público\, sem perder a
  coerência\, e as táticas que funcionam no dia a dia para garantir que a
  cultura organizacional seja consistente.\n\n 	Hugo Godinho\, CEO da Dialo
 g\n 	José Luis Ovando\, Sócio-Diretor de Estratégia e Atendimento na Su
 pera Comunicação\n 	Rogério Louro\, Diretor de Comunicação Corporativ
 a e RP na Nissan do Brasil\n\n\n\n17:44 - 18:24 | PAINEL 6 | Tem robô na 
 linha\nHumanização ou resultado\, o que conta mais para o colaborador?\n
 \nA inteligência artificial trouxe uma velocidade sem precedentes para a 
 produção de comunicados\, mas rapidez não é sinônimo de conexão. Emb
 ora a automação garanta que a mensagem chegue no tempo certo\, ela muita
 s vezes falha em transmitir a empatia necessária para engajar. De acordo 
 com um estudo da PwC\, 82% dos colaboradores desejam mais interação huma
 na no ambiente de trabalho à medida que a tecnologia avança\, e não men
 os. O risco de uma comunicação "robotizada" é criar uma organização e
 ficiente\, porém fria\, na qual o colaborador se sente apenas um dado no 
 sistema. Neste painel\, líderes de Comunicação Interna e especialistas 
 do mercado trocam ideias sobre o equilíbrio entre o uso de IA para escala
  e a preservação do aspecto humano\, os limites éticos da automação\,
  como usar dados para personalizar o cuidado em vez de apenas agilizar pro
 cessos\, e as estratégias para garantir que a tecnologia seja uma ponte p
 ara o diálogo\, e não uma barreira.\n\n 	Rodolfo Araújo\, Vice-presiden
 te de Estratégia e Análise do The Weber Shandwick Collective e Managing 
 Director América Latina da United Minds\n 	Fabiano Rangel\, Diretor Admin
 istrativo e Financeiro do Grupo Urca Energia\n 	Gabriela Valentim\, Especi
 alista de CI na Eucatex\n\n\n\n18:27 - 19:07 | PAINEL 7 | Quem\, quando e 
 por quê?\nComo estruturar governança na CI sem perder agilidade e autori
 dade\n\nCriar regras para a comunicação interna não deve ser sinônimo 
 de erguer barreiras burocráticas. Quando o processo de aprovação de um 
 comunicado passa por dezenas de instâncias\, a informação perde o timin
 g\, o boato ganha força e a área de CI perde sua relevância estratégic
 a. O desafio está em desenhar uma governança viva\, que empodere as pont
 as sem abrir mão do alinhamento. De acordo com o relatório global da Gat
 ehouse/Gallagher\, a falta de processos claros de aprovação e governanç
 a é apontada por 44% dos líderes de comunicação como uma das principai
 s barreiras para a eficácia das mensagens nas organizações. Governança
  eficiente não dita o que as pessoas podem falar\, mas organiza o fluxo p
 ara que a mensagem certa chegue à pessoa certa\, no momento exato. Neste 
 painel\, diretores de CI e RH debatem a criação de matrizes de responsab
 ilidade\, a descentralização responsável da produção de conteúdo\, c
 omo definir critérios claros para o uso de canais de massa e as estratég
 ias para manter a autoridade da narrativa institucional.\n\n 	Estela Gurge
 l\, Gerente Executiva de Comunicação Interna na Roche\n 	Danielle Toscan
 o\, Coordenadora de Comunicação Interna no Senac RJ\n 	Renato Delmanto\,
  Executivo de Comunicação e Relações Institucionais\n 	Michele Dantas\
 , Coordenadora de Comunicação na Eldorado Brasil Celulose\n\n
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