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Educação executiva como alavanca estratégica

FGV In Company evidencia atuação consultiva, produção de conhecimento aplicado e apoio à transformação das organizações

de Redação em 2 de janeiro de 2026
Vinicius Farias,
superintendente do
FGV In Company

Para garantir a assertividade das trilhas, a instituição realiza um diagnóstico consultivo profundo antes de iniciar qualquer projeto. Workshops e análise de competências são ferramentas essenciais para entender as dores estratégicas de cada organização parceira. “Desenhamos trilhas que integram teoria e prática, com módulos que evoluem do autoconhecimento”, detalha Farias, superintendente. Esse processo iterativo garante que o conteúdo seja relevante para o cenário de alta complexidade atual.

Segundo o executivo, observa-se também um crescimento na procura por programas voltados à alta liderança e conselhos de administração. Temas como sustentabilidade e ética tornaram-se pautas obrigatórias para quem ocupa cargos de decisão no C-Level. “Esses públicos estão cada vez mais atentos a temas como governança e estratégia”, afirma o superintendente. Para ele, o desafio atual é equilibrar a performance financeira com o propósito social das organizações.

Para o superintendente do FGV In Company, “a tecnologia é o meio, o centro continua sendo o humano”. Ele acredita que o diferencial competitivo estará nos profissionais capazes de aprender e desaprender continuamente.

Na opinião de Farias, a educação executiva cumpre, assim, o papel de preparar líderes para conectar estratégia, pessoas e inovação constante. “Com o apoio do FGV In Company, as empresas fortalecem sua capacidade de agir com propósito no mercado”, finaliza.

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