Qual é o papel do FGV In Company no ecossistema atual?

superintendente do
FGV In Company
As demandas atuais das organizações revelam uma busca por programas que gerem impacto real no cotidiano das operações. Temas como transformação digital, governança e inovação estão no topo das prioridades dos gestores de Recursos Humanos. “As principais demandas giram em torno da formação de lideranças de forma integrada”, explica Vinicius Farias, do FGV In Company. Ele reforça que o aprendizado precisa desenvolver simultaneamente competências comportamentais e habilidades analíticas de alto nível.
O diferencial do modelo oferecido pela instituição reside na cocriação entre a academia e o cliente corporativo. Diferente de modelos tradicionais, a educação executiva customizada traduz a estratégia empresarial em trilhas de aprendizagem únicas.
Como o modelo sob medida se diferencia de uma universidade corporativa?
Na avaliação de Farias, “o FGV In Company constrói cada programa a partir da realidade e dos indicadores de sucesso”. Segundo ele, essa abordagem consultiva permite que as soluções complementem o trabalho das Universidades Corporativas já existentes.
Para garantir a assertividade das trilhas, a instituição realiza um diagnóstico consultivo profundo antes de iniciar qualquer projeto. Workshops e análise de competências são ferramentas essenciais para entender as dores estratégicas de cada organização parceira. “Desenhamos trilhas que integram teoria e prática, com módulos que evoluem do autoconhecimento”, detalha Farias, superintendente. Esse processo iterativo garante que o conteúdo seja relevante para o cenário de alta complexidade atual.
Quais competências são prioritárias nos programas de desenvolvimento?
No centro dos programas atuais, destacam-se habilidades como liderança e influência, visão sistêmica e inteligência emocional. Essas competências são vitais para profissionais que precisam tomar decisões baseadas em dados em ambientes voláteis. “Todas foram destacadas no The Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial”, lembra Farias. Ele acredita que essas habilidades reafirmam a necessidade de uma gestão humanizada e ágil nas empresas brasileiras.
A incorporação de metodologias como o action learning é outro pilar fundamental na metodologia de ensino da FGV. O uso de estudos de caso e design thinking permite que os alunos aprendam enquanto resolvem problemas reais.
Como a FGV utiliza metodologias inovadoras e projetos reais?
Farias destaca o FGV Action, um programa que nasce de um desafio real da organização. “Os participantes desenvolvem soluções concretas com apoio de mentorias conduzidas por professores experientes”, detalha.
Segundo o executivo, observa-se também um crescimento na procura por programas voltados à alta liderança e conselhos de administração. Temas como sustentabilidade e ética tornaram-se pautas obrigatórias para quem ocupa cargos de decisão no C-Level. “Esses públicos estão cada vez mais atentos a temas como governança e estratégia”, afirma o superintendente. Para ele, o desafio atual é equilibrar a performance financeira com o propósito social das organizações.
Como medir o impacto da educação executiva nos resultados?
A medição de impacto é feita por metodologias que avaliam a mudança de comportamento dos colaboradores treinados. O sucesso de um programa de educação executiva customizada é medido pela aplicação prática do novo conhecimento. “O verdadeiro indicador de sucesso é o quanto o programa influencia decisões”, defende Farias. Indicadores customizados garantem que o investimento em treinamento traga o retorno esperado para o negócio.
Sobre o futuro, a inteligência artificial e a personalização da aprendizagem são tendências que já transformam o setor. A hibridização inteligente entre o digital e o presencial oferece uma experiência de ensino muito mais fluida.
Quais tendências tecnológicas vão transformar a educação corporativa?
Para o superintendente do FGV In Company, “a tecnologia é o meio, o centro continua sendo o humano”. Ele acredita que o diferencial competitivo estará nos profissionais capazes de aprender e desaprender continuamente.
Na opinião de Farias, a educação executiva cumpre, assim, o papel de preparar líderes para conectar estratégia, pessoas e inovação constante. “Com o apoio do FGV In Company, as empresas fortalecem sua capacidade de agir com propósito no mercado”, finaliza.
