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5º Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores — No limite da fala

Evento Online

5º Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores — No limite da fala
15 de junho de 2026 - 16 de junho de 2026    
14:00 - 18:00

Tipo de Evento

5° Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores — No limite da fala

Você recebeu minha ligação, meu e-mail, minha mensagem, meu direct? Nunca se produziu, compartilhou e consumiu tanta informação dentro das empresas. E, ainda assim, ela teima em se perder.

Segundo a McKinsey, profissionais já gastam, em média, 57% do tempo apenas em atividades de comunicação. Ainda assim, a sensação predominante não é de clareza, mas sim de excesso. Com tanto sendo comunicado o tempo todo, falta atenção ao que mais importa: clareza, eficácia e resultado. Afinal, toda comunicação tem algo a dizer. Certo?

Se tiver, nem todo mundo vai saber, já que boa parte dos funcionários acreditam que informações importantes se perdem em meio à quantidade de canais. De acordo com dados da Gallup, são 74% com essa opinião e apenas 8% que enxergam a comunicação como clara e consistente. Esse ruído não é apenas operacional, mas é um reflexo cultural, ao passo que equipes sentem dificuldade de confiar nos líderes e buscam suas próprias interpretações em meio às múltiplas mensagens. E com tanto sendo dito, o efeito contrário predomina e o silêncio toma conta. Apesar da postura aberta para comunicar, muitas empresas se fecham na hora de ouvir, transformando espaços de diálogo em monólogo. Ao mesmo tempo, a atenção dos colaboradores se fragmenta, disputada por redes, notícias e estímulos constantes.

Nesse ambiente, a inovação ajuda e atrapalha – mais uma vez, o segredo está no bom uso das ferramentas. Inteligência artificial, automação de conteúdo e personalização em escala prometem eficiência e alcance e, de fato, já se observa o uso crescente de IA para escrever mensagens, estruturar comunicados e agilizar processos. Mas essa aceleração traz um novo dilema: ao mesmo tempo em que ganhamos velocidade, podemos perder autenticidade.

Diante de tudo isso, a pergunta que se impõe não é como comunicar mais, mas como comunicar melhor e com intenção. E inovar, nesse contexto, não é aderir a toda nova ferramenta ou tendência. É fazer escolhas, compreender o papel da comunicação dentro da organização, reconhecer seus limites e potencialidades e decidir com intencionalidade.

Nesta 5ª edição do Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores, “No limite da fala”, especialistas do mercado e comunicadores se reúnem para discutir o papel da comunicação em um cenário marcado por excessos, desconfiança e transformação constante. O encontro propõe repensar práticas, questionar a dependência de ferramentas e construir, de forma colaborativa, caminhos para que a comunicação deixe de ser apenas um ruído constante.

Para participar gratuitamente do Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores presencial, que será realizado no dia 10 de junho, das 13h30 às 17h, no Teatro Moise Safra, em São Paulo, acesse o link e faça sua inscrição: https://bit.ly/5FEMCC-PRESENCIAL-10-JUN.

Você também está convidado para participar gratuitamente da apresentação dos cases vencedores e dos painéis que encerram o Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores, no dia 23 de junho, acessando o link: https://bit.ly/5FEMCC-PRESENCIAL-23-JUN.

[PROGRAMAÇÃO – DIA 15 DE JUNHO]:

14:09 – 14:49 | PAINEL 1 | O silêncio é de ouro
Na era da ansiedade corporativa, falar menos pode ser a melhor estratégia

Em um cenário de infoxicação, o excesso de comunicação institucional deixou de ser informativo e se tornou invasivo. Quando o RH e a Comunicação Interna competem pela atenção do colaborador com centenas de outros estímulos, o resultado é a fragmentação cognitiva, aumento da ansiedade e, consequentemente, a quebra da produtividade. De acordo com um estudo da Deloitte, o trabalhador moderno é interrompido, em média, a cada 6 minutos por notificações de ferramentas de colaboração, o que impede o estado de fluxo e a produtividade profunda. Praticar o “silêncio estratégico” não é omitir informação, mas respeitar a ecologia mental da equipe. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado refletem sobre a curadoria de mensagens como forma de cuidado, a implementação de janelas de silêncio organizacional, o fim da cultura do “copiar todos” e como a liderança pode dar o exemplo.

  • Marcelo Cosentino, Gerente Sênior de Comunicação na Edenred
  • Juliana Annunciato, Gerente de Comunicação Interna na Natura
  • Daniel Sena, Gerente Executivo de Comunicação, Cultura e Employer Branding no Mercado Livre

14:52 – 15:32 | PAINEL 2 | Transparência em cena
Como quebrar o padrão do teatro corporativo que ninguém mais compra

Se forçar mais, perde a plateia. Com a exigência de posicionamentos constantes, cresce a percepção de que, muitas vezes, o que é dito não é genuíno. Segundo a Edelman Trust Barometer, a confiança nas lideranças é um dos pilares mais frágeis das organizações atuais, e funcionários que confiam em seus empregadores são 600% mais propensos a defender a empresa em tempos de crise. A transparência real não exige que se fale tudo, mas que o que for dito precisa ser verdadeiro. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado compartilham seus insights sobre o desgaste das narrativas artificiais, os caminhos na construção de uma cultura de transparência que equilibre vulnerabilidade e estratégia, o fim dos comunicados excessivamente polidos, métodos para comunicar decisões e cenários difíceis sem recorrer ao corporativês e o papel da escuta ativa para transformar o monólogo institucional em diálogo.

  • Caio Ferracina, Coordenador Sênior de Comunicação Interna e Marca Empregadora na Latam Airlines Brasil
  • Carina Almeida, Sócia-fundadora da Textual Comunicação

15:35 – 16:15 | PAINEL 3 | Sem indireta
Comunicação interna pode cobrar performance ou só engajar?

Existe um mito de que a comunicação interna serve apenas para “deixar o clima leve”, enquanto a cobrança de resultados deve ficar restrita às portas fechadas das salas de reunião. No entanto, o engajamento sem direção gera frustração, e a performance sem diálogo gera exaustão. De acordo com a MIT Sloan Management Review, empresas que alinham claramente seus objetivos de performance com a comunicação interna possuem uma agilidade organizacional 30% maior, pois elimina a ambiguidade sobre o que é esperado de cada um. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado trocam estratégias de como utilizar os canais internos para dar visibilidade a metas e resultados sem sacrificar a segurança psicológica, a importância do feedback direto e as estratégias para transformar a comunicação em responsabilidade compartilhada.

  • Lígia Rocca, Sócia-Diretora na Involv
  • Denise Pragana, Gerente de Comunicação Interna do Grupo Trama Reputale
  • Mariana Augusto, Gerente Sênior de Comunicação na Arcos Dourados

16:18 – 16:58 | PAINEL 4 | No controle da narrativa
Informalidade, grupos paralelos e a perda da estratégia na rotina

​Quando a comunicação oficial falha em ser ágil ou honesta, a informalidade assume o controle. O vácuo de informação é rapidamente preenchido por grupos de WhatsApp e conversas paralelas que, embora essenciais para a conexão social, podem se tornar terrenos férteis para ruído e desinformação. Segundo a estatística da consultoria Towers Watson, empresas com fluxos de comunicação ineficientes têm três vezes mais chances de sofrer com rumores que prejudicam a produtividade e o clima organizacional. O desafio não é proibir o informal, mas tornar o oficial tão relevante que ele seja a fonte primária de verdade. Neste painel, líderes de comunicação e RH debatem como monitorar o “pulso” da organização sem invadir a privacidade, estratégias para integrar líderes de influência informal à narrativa estratégica, o uso de canais ágeis para combater a desinformação em tempo real e como simplificar a linguagem corporativa para que a estratégia sobreviva intacta ao compartilhamento entre as equipes.

  • Bruno Zani, Gerente de Comunicação na Boehringer Ingelheim
  • Gabriela Teixeira, Especialista em Branding, Comunicação e Inovação no Banco Mercantil
  • Adevani Rotter, Fundadora e Presidente da Ação Integrada

17:01 – 17:41 | PAINEL 5 | Comunicar é preciso
Liderar também é saber ter conversas difíceis

Discursos motivacionais são esperados de todo o líder, mas a verdadeira prova de fogo está em momentos de feedback, na hora de contornar crises, transmitir confiança para a equipe e até mesmo na tomada de decisões difíceis, como demissões. O silêncio ou a procrastinação de diálogos necessários gera um custo invisível que corrói a cultura organizacional. Segundo estudo da Gallup, apenas 8% dos colaboradores consideram que a comunicação da liderança é clara e consistente, evidenciando uma dificuldade crescente em transformar discurso em conexão real. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado compartilhar experiências em como desenvolver lideranças mais preparadas para conversas complexas, debatem técnicas de comunicação não violenta aplicadas ao contexto corporativo, o papel da escuta empática em cenários de pressão e estratégias para desarmar conflitos.

  • Claudia Góes, Diretora de Comunicação na Microsoft Brasil
  • Leonardo Wollinger, Diretor de Criação e Conteúdo na Clima Comunicação
  • Lucila Cestariolo, Diretora Regional de Comunicação e Relações Governamentais na Alcoa

17:44 – 18:34 | PAINEL 6 | Riscos da liberdade
Colaboradores têm se expressado mais e impactado marca, clima e compliance

A era do colaborador passivo acabou. Com o acesso direto às redes sociais e plataformas de avaliação, cada funcionário tornou-se um porta-voz potencial, para o bem e para o risco da organização. Essa liberdade de expressão, embora essencial para a transparência, pode gerar crises de imagem e conflitos quando não há clareza sobre os limites éticos e institucionais. De acordo com o relatório “Global Employee Survey” da Weber Shandwick, 50% dos colaboradores já postam mensagens, fotos ou vídeos nas redes sociais sobre seus empregadores, muitas vezes sem qualquer orientação prévia. O desafio não é o controle sobre cada indivíduo, mas o alinhamento dentro da empresa, de forma clara e respeitosa para todos. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado debatem a criação de diretrizes de conduta digital que respeitem a individualidade, os impactos no employer branding e o desenvolvimento de colaboradores aliados, como gerenciar crises de reputação originadas internamente e as estratégias para transformar a liberdade de expressão em reputação positiva.

  • Pâmera Ferreira, Gerente de Pesquisa e Inteligência em Comunicação Corporativa na P3K
  • Claudia Cezaro Zanuso, Sócia-Diretora na Duecom Comunicação Corporativa
  • Julia Nassur, Coordenadora de Comunicação Interna na Wilson Sons
  • Maíra Moreira, Analista de Comunicação da ArcelorMittal

[PROGRAMAÇÃO – DIA 16 DE JUNHO]:

14:09 – 14:49 | PAINEL 1 | Inclusão sem padrão
CI para construir ambiente seguro e diversidade de vozes na prática (e não só na fala)

Para que a diversidade seja real, ela precisa de uma comunicação que não apenas “fale sobre”, mas que abra espaço para que todos possam falar. O risco das campanhas de inclusão padronizadas é criar um abismo entre o discurso institucional e a realidade do dia a dia. De acordo com o relatório “Diversity Wins” da McKinsey, empresas que possuem uma comunicação inclusiva e diversa têm 25% mais chances de superar a lucratividade de seus pares, pois conseguem reter talentos e fomentar a segurança psicológica necessária para a inovação. No entanto, há obstáculos na hora de garantir que essa inclusão não seja um “padrão estético” de canais internos, mas sim uma prática de escuta. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado compartilham ideias para adaptar a linguagem para diferentes recortes sociais e geracionais, a criação de conselhos consultivos de colaboradores para validar mensagens, estratégias para dar voz genuína a grupos minorizados e como a comunicação pode atuar na desconstrução de vieses inconscientes.

  • Fábio Gomes França, Publicitário e Especialista em Comunicação Empresarial no TCU – Tribunal de Contas da União
  • Carine Eifler de Araujo Buscarons, Analista de Endomarketing na Atlas Eletrodomésticos
  • Karla Prado, Diretora de ESG e Atendimento na Textual Comunicação

14:52 – 15:32 | PAINEL 2 | Filtro invisível
RH e CI na curadoria do que nunca deve ser comunicado e por quê

Comunicar nem sempre é a solução; às vezes, é o problema. Em um ambiente saturado, a função mais estratégica do RH e da Comunicação Interna não é apenas garantir que a informação chegue, mas atuar como um filtro invisível que impede que o ruído irrelevante atinja as equipes. Segundo a Harvard Business Review, a sobrecarga de informações inúteis pode causar uma queda de 25% na produtividade devido ao tempo gasto filtrando o que é, de fato, prioritário. O desafio é entender os limites: o que é transparência e o que é apenas transferência de ansiedade? Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado discutem os critérios éticos e operacionais para decidir o que não deve ser comunicado, como evitar o compartilhamento de incertezas prematuras que geram insegurança psicológica e a importância de blindar o tempo de execução dos colaboradores contra a burocracia informativa.

  • Anne Maezuka, Gerente de Comunicação no Grupo Marista
  • Lílian Rossetto, Gerente Geral de Comunicação Empresarial na Transpetro
  • Marcio Cavalieri, Sócio-Fundador e Co-CEO do Grupo RPMA

15:35 – 16:15 | PAINEL 3 | Virada de mesa
O que fazer quando o colaborador sabe mais que a empresa

A diretoria não detém mais o monopólio da informação. Hoje, antes mesmo de um comunicado oficial ser redigido, os detalhes de uma fusão, uma crise ou uma mudança estratégica já circulam em grupos de mensagens e redes sociais profissionais. Quando o colaborador sabe mais — ou sabe primeiro — que a própria organização, a autoridade da comunicação interna é colocada à prova. De acordo com a Gallup, apenas 13% dos colaboradores concordam plenamente que a comunicação da liderança da sua empresa é oportuna e relevante. Quando a informação oficial chega depois do boato, essa percepção de lentidão destrói estratégia e empurra o colaborador para fontes informais, onde a mensagem original é distorcida. Ignorar esse fluxo não é uma opção e a solução está em transformar o RH e a CI em curadores de contexto. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado debatem como reagir com agilidade à “rádio peão digital”, o papel da liderança imediata como fonte de verdade, estratégias para gerenciar vazamentos sem perder a credibilidade e como reconstruir a confiança quando a narrativa oficial chega atrasada ao diálogo.

  • Flávia Albuquerque, Gerência Executiva de Comunicação na CCEE
  • Filipe Xavier, Head de Comunicação, ESG e Branding na GE Healthcare
  • Rodrigo Cogo, Gerente de Projetos Integrados e de Engajamento de Comunidades da ABERJE e Diretor do Sinapse Curadoria para Decisões Inteligentes

16:18 – 16:58 | PAINEL 4 | Quem fica, confia
O impacto da comunicação interna em engajamento, retenção e turnover

Ninguém se sente seguro na areia movediça. E pode parecer exagero, mas muitas vezes em uma empresa é a comunicação que faz a equipe ter certeza de que o solo é firme. Quando as mensagens não chegam ou não são devidamente compreendidas, o resultado é insegurança, o primeiro sintoma antes da decisão de ir embora. Segundo a SHRM (Society for Human Resource Management), companhias que investem em comunicação interna eficaz apresentam taxas de rotatividade até 50% menores do que aquelas que negligenciam o diálogo com o colaborador. O silêncio institucional custa caro: substituir um talento pode custar de seis a nove meses de seu salário em despesas de recrutamento e treinamento. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado discutem como a transparência atua como fator de proteção contra o turnover, o papel da escuta ativa na construção de um ambiente de confiança e as estratégias para transformar a comunicação em um pilar na retenção de talentos.

  • Nayara do Carmo, Gerente de Comunicação Interna na PepsiCo Brasil
  • Nêmora Reche, Diretora de Comunicação Corporativa Brasil na Syngenta
  • Daniel Costa, Diretor de Comunicação Corporativa na BWG

17:01 – 17:41 | PAINEL 5 | Cadê o maestro?
Estratégia multicanal não é sobre quantidade, mas identidade

Ter muitos canais de comunicação não significa que a empresa está se comunicando – ela pode estar apenas fazendo barulho ou, pior, falando sozinha. Não adianta se comunicar por todos os lados se sua voz nunca é reconhecida. Na hora de enviar uma mensagem, o foco deve estar em ter identidade, clareza e eficácia. De acordo com o relatório “The State of Internal Communication” da Gallagher, cerca de 60% das organizações não possuem uma estratégia de comunicação interna de longo prazo, o que resulta em mensagens contraditórias e perda de autoridade da marca empregadora. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado debatem a importância do tom de voz alinhado, como escolher os canais certos para cada perfil de público, sem perder a coerência, e as táticas que funcionam no dia a dia para garantir que a cultura organizacional seja consistente.

  • Hugo Godinho, CEO da Dialog
  • José Luis Ovando, Sócio-Diretor de Estratégia e Atendimento na Supera Comunicação
  • Rogério Louro, Diretor de Comunicação Corporativa e RP na Nissan do Brasil

17:44 – 18:24 | PAINEL 6 | Tem robô na linha
Humanização ou resultado, o que conta mais para o colaborador?

A inteligência artificial trouxe uma velocidade sem precedentes para a produção de comunicados, mas rapidez não é sinônimo de conexão. Embora a automação garanta que a mensagem chegue no tempo certo, ela muitas vezes falha em transmitir a empatia necessária para engajar. De acordo com um estudo da PwC, 82% dos colaboradores desejam mais interação humana no ambiente de trabalho à medida que a tecnologia avança, e não menos. O risco de uma comunicação “robotizada” é criar uma organização eficiente, porém fria, na qual o colaborador se sente apenas um dado no sistema. Neste painel, líderes de Comunicação Interna e especialistas do mercado trocam ideias sobre o equilíbrio entre o uso de IA para escala e a preservação do aspecto humano, os limites éticos da automação, como usar dados para personalizar o cuidado em vez de apenas agilizar processos, e as estratégias para garantir que a tecnologia seja uma ponte para o diálogo, e não uma barreira.

  • Rodolfo Araújo, Vice-presidente de Estratégia e Análise do The Weber Shandwick Collective e Managing Director América Latina da United Minds
  • Fabiano Rangel, Diretor Administrativo e Financeiro do Grupo Urca Energia
  • Claudia Matos, Executiva de Comunicação no Grupo Bimbo

18:27 – 19:07 | PAINEL 7 | Quem, quando e por quê?
Como estruturar governança na CI sem perder agilidade e autoridade

Criar regras para a comunicação interna não deve ser sinônimo de erguer barreiras burocráticas. Quando o processo de aprovação de um comunicado passa por dezenas de instâncias, a informação perde o timing, o boato ganha força e a área de CI perde sua relevância estratégica. O desafio está em desenhar uma governança viva, que empodere as pontas sem abrir mão do alinhamento. De acordo com o relatório global da Gatehouse/Gallagher, a falta de processos claros de aprovação e governança é apontada por 44% dos líderes de comunicação como uma das principais barreiras para a eficácia das mensagens nas organizações. Governança eficiente não dita o que as pessoas podem falar, mas organiza o fluxo para que a mensagem certa chegue à pessoa certa, no momento exato. Neste painel, diretores de CI e RH debatem a criação de matrizes de responsabilidade, a descentralização responsável da produção de conteúdo, como definir critérios claros para o uso de canais de massa e as estratégias para manter a autoridade da narrativa institucional.

  • Estela Gurgel, Gerente Executiva de Comunicação Interna na Roche
  • Danielle Toscano, Coordenadora de Comunicação Interna no Senac RJ
  • Renato Delmanto, Gerente Executivo de Comunicação Corporativa e Relações Institucionais no Grupo Petrópolis
  • Michele Dantas, Coordenadora de Comunicação na Eldorado Brasil Celulose
5º Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores — No limite da fala

5º Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores — No limite da fala

15 de junho de 2026 - 16 de junho de 2026    
14:00 - 18:00
Fórum Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores